sábado, 15 de junho de 2013


"A formação leitora e escritora do professor"



Ao falarmos em letramento e de leitura para a cidadania. Penso que é o momento  de reconhecermos,  que devemos usar todas as ferramentas e recursos para atingirmos o ensino de qualidade.  Para mostrar ao aluno o quanto é importante, não apenas ler, mas aplicar o que aprendemos no cotidiano, em situações sociais. Devemos mostrar aos mesmos  o quanto  somos capazes de produzir um texto. Ao nosso estilo. Para que estes não se sintam tão distantes do autor. E percebam   o sabor de  poder  produzir. No exercício da leitura e escrita, é que  construímos  a competência, leitora e escritora. Construímos a competência  leitora e escritora, ao longo da nossa vida. E principalmente devemos mostrar que  somos agentes do nosso tempo e do registro que fazemos dele. Deste modo sempre que possível  mostre a eles que é capaz de produzir um texto poético, uma narrativa, um relato etc . E mostre principalmente que  não devem ter medo de expressar o que pensam ou sentem. Que escrever não é coisa só de Drumond, Mario Prata , Clarice Lispector.  Escrever, tanto quanto ler.  È  gostar. E passar para o papel “ ou  para o"Word”. Todo  seu  conhecimento  de mundo, construindo o conhecimento científico . Basta escolher  as palavras e maneiras de dizer!!!! Assim estará ajudando-os a construir este  letramento e a  capacidade leitora; para a cidadania. 

Conceição Reis

quarta-feira, 12 de junho de 2013


AVESTRUZ – MARIO PRATA
De acordo com o texto Gêneros e progressão em expressão oral e escrita elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona), de Joaquim Dolz & Bernard Schneuwly, a sequência didática é necessária para “melhorar uma determinada prática de linguagem”(Dolz e Schneuwly,1996). O texto que abordaremos agora está na proposta curricular do Estado de São Paulo, no caderno do aluno e do professor,  da 5ª. Série/
 6º ano,volume 2  , a crônica AVESTRUZ, de Mário Prata. No módulo presencial do curso MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO, cada grupo de professores foi convidado a elaborar uma sequência didática para trabalhar com este texto. O meu grupo, neste caso, fez a sequência didática de acordo com as capacidades de apreciação e réplica do leitor em relação ao texto ( interpretação, interação),do texto Letramento e capacidades de leitura para a cidadania, de Roxane Rojo. As capacidades são estas:

 8º  ano -  6 aulas.
             -Pensei no oitavo ano por toda dificuldade que eles ainda trazem,  no tocante a leitura e interpretação. Logicamente aprofundaremos mais a situação conforme o desempenho de cada sala.                                                  
Ler o texto com os alunos - primeiramente eles, aleatoriamente, depois eu faço, claramente, para entendimento e entonação.
 Sondagem- levantamento prévio do que sabem sobre o que é:
·         Avestruz (tipo de animal, o que faz, onde vive, como age, características físicas e psicológicas, onde obteve informações ou onde pode encontrar informações sobre o animal) - trabalhar com interdisciplinaridade
·         Sobre o autor do texto ( quem é ?,  já o conhecem ?, pesquisa sobre ele? e sua importância literária ?);
·         Gênero textual (características gerais);
·         Questionamentos sobre o que lemos - título, solução para o problema encontrado;
·         É- é viável ter um avestruz em casa?
·         Por que o menino troca de animal quando lhe é apresentado o que ele é capaz de fazer?
·         Por que a troca por outros animais estranhos?
·         O que é plantação e por que o autor usou esta palavra para caracterizar a criação do animal? ( trabalhar com figuras de linguagem).
·          Assistir filmes com proporcionam o mesmo enredo - "Pinguins do papai" ou "Dr Dolittle";
·         Questionar quem tem animal (is) em casa e qual o prazer ou trabalho em tê-los;
·         Os que não têm, se existe o desejo de tê-los.
·         Caso o desejo de ter um animal estranho se haveria a permissão dos responsáveis.
·         Qual o objetivo da leitura?
·         Buscar informações explícitas e implícitas no texto e apresentá-las de forma simplificada para compreensão de todos.
·         Humor do texto - gênero crônica;
·         Finalização - produção de texto - crônica -tema - MEU BICHO DE ESTIMAÇÃO.

Recursos: vídeo, texto impresso .

AVESTRUZ – MARIO PRATA
De acordo com o texto Gêneros e progressão em expressão oral e escrita elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona), de Joaquim Dolz & Bernard Schneuwly, a sequência didática é necessária para “melhorar uma determinada prática de linguagem”(Dolz e Schneuwly,1996). O texto que abordaremos agora está na proposta curricular do Estado de São Paulo, no caderno do aluno e do professor. O meu grupo, neste caso, fez a sequência didática de acordo com as capacidades de apreciação e réplica do leitor em relação ao texto ( interpretação, interação),do texto Letramento e capacidades de leitura para a cidadania, de Roxane Rojo. As capacidades são estas:
Partimos deste conhecimento para a prática;

Situação de aprendizagem :    8º ano

5 aulas

-      Sondagem: diálogo com  perguntas e reflexões sobre o título do texto, com os alunos.
-      Leitura do texto (informações localizadas pelo professor e alunos), seleção de palavras a fim de localizar seus significados.

-      Questões de interpretação do sentido do texto. Desenvolver aspectos da figura de linguagem , usando a crônica como base.

-      Reconhecimento do autor, seus diversos gêneros textuais e características. Contexto de produção da crônica em questão.


-        Apresentação do filme “Click” o primeiro beijo, poema” Beijo flor”   Carlos Drumond de Andrade . Produção de texto  narrativo envolvendo o tema “primeiro beijo”, trabalhando a intertextualidade e interdiscursividade.

recursos:sala de vídeo,dicionário, texto impresso.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Experiências com a leitura e escrita

                              EXPERIÊNCIAS COM A LEITURA E A ESCRITA
A leitura surgiu em minha trajetória pela vida. Ao perceber que não teria outro caminho para conhecer pessoas, lugares e obter conhecimento. Claro que tudo era difícil. Livros eram raros, em uma casa onde a mãe não era alfabetizada e o pai havia cursado apenas o segundo ano primário. Embora fosse uma pessoa muito lúcida e inteligente. No entanto os recursos eram parcos.
 Foi na escola, desde os primeiros anos, o lugar de oportunidades, onde conheci histórias, autores e principalmente  a  paixão pelos livros.
 Quanto à escrita, tive dificuldades nos primeiros anos. Por não ter tido vivências com a escrita e a leitura, na idade mais rica; em termos de aprendizagem. Posto que nem cursei a pré escola!  
As  experiências como professora, mãe e avó,  mostraram  me a importância do contato com as histórias. Com a leitura simulada e com os rabiscos ( aqueles que a criança faz ainda pequena, sozinha).          Ao para professora Wilma , responsável pelas aulas de literatura  da faculdade, o  quê deveria  fazer para  estimular meus filhos,  no tocante a leitura. A mesma me disse: - deixe livros por toda a casa. Na Cozinha , banheiro e quarto. Não foi difícil .Visto que tanto eu quanto meu marido estávamos cursando a faculdade e nossas leituras. De todo tipo. Ficavam mesmo pela casa, além logicamente das leituras infantis. Assim  formaram-se bons leitores e hoje percorrem o mesmo trajeto com seus filhos.

CONCEIÇÃO REIS 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Objetivo do Blog LEITURA COMPARTILHADA

                                            FINALIDADE DESTE BLOG

           O objetivo   do  criador  deste Blog  ;  é   formar leitores apaixonados. Tanto os leitores alunos  quanto os  aprendentes “da Vida  e na  Vida”.
           Apresentamos nosso trabalho ,  por meio das inferências do Mestre” sempre atual. Na Educação   e na  construção compartilhada do conhecimento, Paulo Freire. Sem esquecer do      Doutor         Carlos Nepomuceno  que pesquisou  e apontou  conhecimentos que poderão revolucionar a Educação dede que  passando conhecimento,  “ de muitos para muitos” como o mesmo infere.  
              É desta forma que pretendo discutir, apresentar e provocar  reflexões  sobre autores  e obras de  todos os tempos; para que posamos cumprir o “papel da escola” de passar a diante o conhecimento construído no mundo. E principalmente porque pensamos que a “escola” deve mudar e transformar-se , para atingir seus objetivos de  realmente ensinar o  jovem  do século XXI a ler o mundo.


Conceição Reis



"Ninguém educa ninguém, ninguém  educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo."
(Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido. 9 ed., Rio de Janeiro. Editora Paz e Terra. 1981, p.79)